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O Stressómetro - brnd.ws

Contextualizo. Janeiro é o mês forte de recrutamento por cá. As aulas param e a malta dedica-se a entrevistas durante quase todo o mês. É quase um circo, com todas as empresas a aparecer, a malta nervosa a espera de ser chamada, alguns fatos com cheiro a naftalina a girar pelos corredores.
No primeiro dia em que entrei na escola depois das férias de natal o meu stressómetro começou a apitar desalmadamente. Estava em vermelho quase a rebentar a escala. Passaram-se! Malta encerrada das 9h as 21h desde o natal a preparar entrevistas, incapazes de sair um só dia da semana para tomar um copo ou de ter qualquer conversa que não fosse relacionado com o tão desejado ‘Dream Job’. Serei eu o anormal? É bem possível. Resolvi não perder tempo a pensar nisso e deixei de me preocupar com a buzina constante do meu stressómetro.
Depois de duas semanas a margem da loucura generalizada, hoje tive um banho de realidade. 8h da manhã tive a minha primeira entrevista. Houve de tudo. Ele era gente que não podia parar de tremer antes de entrar na entrevista, outros que saiam a chorar da entrevista (!!), perguntas como ‘De 1-10 como é que correu a entrevista?’. Isto tudo de gente com vários anos de experiência de trabalho, que certamente já fizeram dezenas de entrevistas. O meu stressómetro deixou de funcionar, creio que tanta emoção o deixou em colapso.
Será que vale a pena tanta angústia por um posto de trabalho?

Comments

  1. Bad Girl

    Vale, so for para ires para San Francisco. Não te esqueças que esse é o “nosso” objectivo. Preciso de um sítio giro para ir de férias. Agora a sério: keep cool, e boa sorte. B3ijos.

  2. ema

    Tens é que fazer um “pedacinho” de yoga… eh! eh!

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